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Isabella Martin

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Isabella Martin
Comentário · há 9 anos
Tudo depende de como a situação de fato ocorreu. Tenho um caso desse tipo, em que a própria mãe acabou admitindo que achava que o filho era do fulano.
Um amigo meu era o fulano dessa história. Me procurou quando após o nascimento e registro da criança, a mãe queria fazer acordo para pensão alimentícia. Eu sugeri na época um exame de DNA mas ela fazia escandâlo e ele caía. Ele queria aceitar, pois ela teria oferecido um bom negócio. Detalhe, ele praticamente morava com a moça durante a semana e aos finais de semana tinha uma namorada oficial em outra cidade. Após o nascimento da criança ele não ficava mais na casa dela. Nunca havia trocado uma fralda, mal pegava o menino no colo.
O tempo começou a passar e a mãe do fulano ("avó" da criança) via as fotos do menino e sempre dizia que ele não tinha traços familiares e que ela não acreditava que fosse seu neto. Meu amigo então finalmente quis fazer o teste de DNA, que para a surpresa de todos foi negativo.
Sabendo disso, me procurou novamente e entramos com uma ação. O próprio Ministério Público entendeu que o melhor a ser feito era de fato anular o registro de paternidade da criança, já que não havia se estabelecido vínculo afetivo e muito menos de sangue.
Foi uma ação muito tranquila, ministério público totalmente favorável ao pedido e juiz consciente que acatou toda argumentação.
Apenas a mãe, que quis se fazer de santa e usou do processo para lavar roupa suja, uma verdadeira baixaria. Quando perguntada informalmente se devolveria o que foi pago de pensão para o menino, disse que só se fosse cobrada na justiça, pois sabia que era um dinheiro que não teria obrigação de devolver. Safada.
Vida que segue.
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